ATENÇÃO

Essa Empresa é para jogar jogos atraves dela e ela não é real abraço:Gaucho

grupo

PRESIDENTE:LUCAS GABRIEL (GAUCHO)
VICE-PRESIDENTE:LUCAS GARCIA (LUKINHAS)
ADMINISTRADOR:LUCAS EDUARDO (CASTOR)
GERENTE DE ROTAS DO HAULIN CARGAS :LEANDRO(BOLINHA CONTRA-MÃO)
GERENTE DE ROTAS DO ALH CARGAS :RODRIGO(UM TIRO)
GERENTE DE ROTAS DO EURO TRUCK CARGAS : N DEFINIDO
FISCAL DE ROTAS:
GERENTE DE CONTRATADOS:LUIZ (PARAGUAY)
SUPERVISOR GERAL: KELWIN (LOMBRIGA)
EDIÇÃO DOS CAMINHOES:LEONARDO HECTH(LEOHECTH)

MOTORISTAS:20

SE VOCÊ QUER TRABALHAR PARA NÓS

NOME:
APELIDO:
IDADE:
SEXO:
CIDADE NATAL:
EXPERIENCIA EM QUAL DOS JOGOS: 18WOS HAULIN ( ),18 WOS ALH ( ) , EURO TRUCK ( )
QUANTOS ANOS DE EXPERIENCIA NO JOGO:
EXPERIENCIA EM:CAMINHÃO TRUCK( ), CARRETA ( ), ONIBUS( ) OS TRES ( )
TEM EXPERIENCIA EM BI-TREM: SIM ( ) NÃO ( )
SETOR DE ATUAÇÃO: 18WOS HAULIN CARGA ( ),18 WOS ALH CARGA ( ),EURO TRUCK CARGA ( ) ,TURISMO ( )
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terça-feira, 11 de setembro de 2012

Agora vo mostra oq a imprensa falo

By:Gaúcho

Nota do Blog: Cada uma que acontece….
SÃO PAULO – O condutor de um caminhão cegonha foi preso em flagrante na manhã de sábado, 8, em Amélia Rodrigues, na Bahia, depois de percorrer a BR-324 empurrando os outras veículos para fora da pista. O caminhoneiro, que havia saído de Camaçari, também na Bahia, com destino a São Paulo, usava uma máscara com a figura do diabo, que causou pânico entre motoristas.
Caminhoneiro usa máscara do diabo para abrir passagem e é preso na Bahia
Depois de ser denunciado por outros condutores, o “diabo” foi detido no km 550 e encaminhado à polícia judiciária local. Ele afirmou que pretendia apenas assustar as pessoas, mas foi autuado por direção perigosa. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal da Bahia, 34% dos acidentes em rodoviárias do país envolvem caminhões.
Fonte: Estadão

A verdade sobre o Sabará

By:Gaúcho


É como diz aquela velha frase: MENTIRA TEM PERNA CURTA
"Toda historia exposta na Rede de televisão esta sendo totalmente comprada, aquela historia de quebra de asa, mulher dentro da cabine, motorista usando a mascara em movimento é toda mentira, O Sabara estava chegando em Amelia Rodrigues BA, e em uma barreira policial foi pedido para ele parar ele paro, foi visto que caminhão estava totalmente correto, ae pediram para revistar a cabine ele deixo, e essa mascara estava encima da cama dele e os policiais implicaram com a mascara forçaram ele a colocar a Mascara e tirar as fotos com um fuzil nas costas e algemado unica coisa a ele fazer foi colocar a mascara e os policiais tiraram as fotos com uma arma apontada para ele, acabou se obrigando a usar a mascara e depois disso foi levado para a delegacia ficou 2 hrs algemado e preso.
Eu ate agora nao intendi o pq desses policiais fazer isso e pq a televisão o chamou de BANDIDO? quando realmente é com u
m bandido ninguem faz isso, por isso falo nosso pais é uma droga no sistema politica e policiamento,agora quero ver o Sabara foi cortado da transauto teve que sai da firma porque num iria adiantar ele fica la, ele me ligo aki tava pulindo o caminhão para entregar para o patrão todo triste pow vei isso nao é coisa que se faz com um trabalhador pai de familia, Eu espero que a esposa dele e os filhos veem esse meu post aki que é dando uma força para eles, é de se revoltar com isso porra.
Só tenho a falar queremos JUSTIÇA..." 
Faço das palavras do migão Henrique Polippo as minhas, e espero que muitos façam isso também... Vamos Compartilhar isso e mostrar pra todos a verdadeira história...
Mais uma vez a Globo e a Record estão de parabéns pela mentirada que contam e pela manipulação de notícias... 
COMPARTILHEM AI GALERA vamos dar um apoio pro Sabará...






















Fonte:Galera do tapetao do facebock vlw ai 

sábado, 11 de agosto de 2012

Novo Vídeo ETS2

By:Gaucho

Olá Amigos,

A SCS publicou um novo vídeo do ETS2 que mostra a variação de tempo em vários cenários. Muito SHOW!!!!

MAN entrega primeiros caminhões vendidos por consórcio

By:Gaucho
Ação contou com 80 veículos do modelo MAN TGX 29.440 6×4
A MAN Latin America, fabricante dos caminhões e ônibus Volkswagen e dos caminhões MAN, entregou 80 caminhões do modelo TGX 29.440 6×4 a diversos clientes da marcacontemplados por meio de cotas adquiridas no sistema de consórcio da montadora.
Com isso, já são 150 cotas vendidas do caminhão MAN, veículo fabricado e recém-lançado no País, todos comercializados para empresas como Giovanella, Estrela Dalva, Negrinho, Agrobom e Jundicestas.
O caminhão MAN TGX 29.440 6×4 destina-se a aplicações rodoviárias e é indicado para o transporte de cargas de médias e altas densidades com PBTC de 57 a 74 toneladas. Sua capacidade máxima de tração é de 80 toneladas, e, segundo a MAN é perfeito para as aplicações que utilizam Combinação Veicular de Carga – CVC – como composições tipo bitrem, bitrenzão, rodotrem e tritem. Lançado em março passado, o modelo é produzido em Resende/RJ, numa linha de montagem exclusiva e com capacidade para até 5 mil unidades ao ano.

Mercado de caminhões começa a se recuperar no segundo semestre

By:Gaucho
Em julho o mercado de caminhões esboçou reação positiva, uma pequena recuperação. Apesar dos números não serem promissores, a diferença entre julho e junho de 2012 apresentou um pequeno acréscimo de 0,3%, com 10.521 caminhões vendidos no mês junino contra os 10.556 caminhões do mês seguinte.
Se compararmos o resultado de julho com o mesmo mês do ano anterior, o mercado sofreu queda de 30,7%, sendo em julho deste ano, 10.556 caminhões licenciados, contrapondo-se a 15.242 de julho de 2011.
Somente entre janeiro e julho deste ano, o setor sofreu retração de 18,8%, com 78.382 caminhões licenciados entre o período, contra 96.536 de igual período em 2011.
Todos os segmentos apresentaram queda
O segmento de caminhões semileves foi o que mais caiu entre julho deste ano e julho de 2011. Foram vendidas 290 unidades contra 674 de julho de 2011, simbolizando redução de 57%.
No segmento de leves, a diminuição foi mais branda entre o mesmo mês deste ano e do ano passado. Em julho de 2012 foram licenciadas 2.518 unidades em oposição a 3.394 em 2011, queda de 25%.
O segmento de caminhões médios teve queda de 25,5%, sendo que foramcomercializadas 984 unidades em julho de 2012 e 1.320 em igual mês do ano anterior.
Nos semipesados foram 3.468 em julho de 2012 contra 5.191 em julho de 2011; queda de 33,2%.
A fatia dos pesados também foi negativa, diminuição de 26%, com 3.296 unidades comercializadas em julho deste ano e 4.663 no mesmo mês de 2011.

GALERA ATENÇÃO!!!

By:Gaucho

Peço desculpa a todo pessoal que entra no blog no flogao ou no iflog mas agente não ta tendo tempo pra quase nada peço desculpa mesmo,mesmo mesmo mas eu tentarei atualizar agora o blog o flogao eo iflog eu ea equipe da C.P.T.O tenta remam o maximo possivel...um abraço do gaucho e tudiiiii baooo 


quinta-feira, 17 de maio de 2012

Svempa`s,O Mestre e sua Jade King


By:Gaucho
Talvez muitos estão vendo a foto desse senhor de idade e pensando: Que cara cheio de onda e esse?. Simples,seu nome e Svempa`s,o criador da R999 V8,mais hoje ele esta com um novo brinquedo,a Jade.
Jade foi feito em base em um Scania R620 V8 4×2 Topline,Jade recebeu pintura especial no tom verde,e desenhos bem detalhados,mais o que chama atenção em Jade e a traseira,Porque? Além de vir com um visual curioso a grandes 4 saídas de escape que deve produzir um som celestial de um pequeno motor de 620 cavalos distribuídos em um V8. Svempa`s tem uma paixão por V8,e mesmo com o peso da idade,ele tem muitos projetos,e alguns dele estão ate mesmo no Museu oficial da Scania como Svempa`s Shark dentre outras como a LongLine e Black Amber
Fonte: TruckStart

De pai pra filha, um Scania diferente.

By:Gaucho

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Quem é da estrada já está acostumado a ver os mais belos modelos Scania espalhados por todo o Brasil. Desde os estilos clássicos da Série 1, passando pelos coloridos Série 2 e 3 até a moderna Série P, G e R, com destaque para o lindíssimo R620 V8. Mas você, caminhoneiro ou não, já viu ou ao menos imaginou um Scania totalmente cor-de-rosa?
Pois esse foi o pedido da pequena Vitória, de 8 anos, ao seu pai Vitor Arthur Pires, proprietário da transportadora Rapidão Fortaleza. O argumento de Vitória para o desejo inusitado era o fato de seu pai supostamente só pensar no outro filho, Vitor Filho, de 6 anos, já que todos os caminhões de sua frota tinham “cores de menino”. Sendo assim ela também merecia um caminhão de sua cor preferida.
A vendedora da Casa Scania Itaipu Norte, Ana Paula Sousa, fez então o pedido, que prontamente foi atendido pelo Gerente de Negócios da Scania para a Itaipu Norte. “Atendo a Rapidão há seis anos, e tratando-se de um cliente amante de nossa marca, passei o pedido a frente e a ideia foi comprada pelo nosso gerente de negócios, Thiago Santana. Estou impressionada com a notoriedade do caminhão rosa, porém o mais gratificante foi o sorriso da Vitória, ao ver pela primeira vez ao vivo e a cores, seu pedido, que a propósito ficou mesmo lindo! O Sr. Vitor aliás gostou tanto que já está pensando na próxima cor ‘diferente’”, conta Ana Paula.
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ANTT reforça fiscalização em todo território nacional para coibir utilização da carta-frete

By:Gaucho



A partir de hoje inicia o trabalho de intensificação da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) em fiscalizar o uso da carta-frete como forma de pagamento aos transportadores, em que será verificado o cadastramento do CIOT (Código Identificador da Operação de Transporte) no documento de transporte e a utilização de formas de pagamento de frete previstas na Resolução 3658 da agência.
A Resolução 3658 de 19 de abril de 2011 proíbe a carta frete e regulamenta o pagamento do frete por meio eletrônico habilitado pela ANTT e institui a figura da Administradora de Pagamento Eletrônico de Frete.
Durante a fiscalização em todo o território nacional, sob a responsabilidade da Superintendência de Fiscalização (SUFIS), será verificado CIOT no documento de transporte e a utilização de formas de pagamento de frete previstas na resolução. A geração do CIOT é gratuita e pode ser feita pela internet ou por meio de central telefônica disponibilizada pela administradora.
A regulamentação feita pela Resolução 3658 abrange o pagamento eletrônico do frete a empresas de transporte e carga que possuam até três veículos, transportadores autônomos de cargas e cooperativas de transporte de cargas.
Estão sujeitos à autuação o contratante, o subcontratante, o contratado (transportador) e a administradora de pagamento eletrônico de frete (PEF).
A ANTT habilitou várias empresas para prestação do serviço de PEF, cuja relação pode ser conferida em:http://www.antt.gov.br/index.php/content/view/12674/Empresas_habilitadas_como_Administradoras_de_Meios_de_Pagamento_Eletronico.html
As multas para quem pagar frete de forma diferente daquela exigida pela Resolução 3.658 serão de no mínimo R$ 550 e máximo de R$ 10,5 mil.

Scania é responsável por quase 50% dos caminhões Euro 5 emplacados no acumulado do ano

By:Gaucho


A Scania emplacou 1.131 caminhões nos primeiros quatro meses do ano e garantiu a liderança no registro de veículos Euro 5 na categoria de caminhões acima de 45 toneladas de PBT (Peso Bruto Total). Os modelos já emplacados, que representam 46,8% do total do mercado, fazem parte de um volume de vendas superior a 2.200 caminhões com motores Euro 5 comercializados. O resultado torna a montadora sueca, referência em veículos pesados, líder na venda de modelos com a nova tecnologia e comprova o sucesso campanha Saia na Frente com a Scania, que oferecia, desde janeiro, vantagens aos clientes que adquirissem os veículos Euro 5. Outra marca atingida pela fabricante foi o emplacamento de 608 unidades do modelo R 440, que o tornou líder na categoria de pesados no acumulado de janeiro a abril.
“A Scania, antecipando-se à concorrência, foi a primeira fabricante a vender veículos Euro 5 no País e a lançar um pacote de vantagens específicas para seus clientes com a campanha Saia na Frente com a Scania”, afirma Roberto Leoncini, diretor-geral da Scania no Brasil. “Além de ser reconhecida no mercado europeu pelo uso dessa tecnologia, testes rigorosos realizados no Brasil apontam nos veículos da marca que atendem ao Proconve P7 ou Euro 5 os mesmos benefícios já conhecidos por nossos clientes, como economia de combustível e produtividade”, completa.
Além da comprovada eficiência da nova tecnologia, o sucesso de vendas se deve às vantagens criadas para os clientes que compraram caminhões Euro 5 de janeiro a março. A Scania ofereceu o fornecimento do ARLA 32 (Agente Redutor de Liquido Automotivo) gratuitamente por 120 mil quilômetros, e para o modelo R 440, nas opções 6×2 e 6×4, a promoção incluiu o câmbio automatizado Scania Opticruise, controle de tração e freios ABS.
“A mudança de protocolo ambiental no País só reforça o pioneirismo da marca Scania nas questões de sustentabilidade. A campanha teve como objetivo apresentar a linha 2012 e oferecer, por tempo limitado, vantagens exclusivas aos clientes, reforçando nosso portfólio de soluções ao transportador”, explica Márcio Furlan, gerente de Marketing e Comunicação Comercial da Scania do Brasil.
FONTE: Scania Brasil

Atron 2324, o novo “bicudo” da Mercedes

By:Gaucho


Com a adoção da motorização Euro 5 no Brasil, a Mercedes-Benz lançou, no início do ano, a inédita linha Atron. Entre os novos modelos, o que mais se destaca é o Atron 2324 6×2, semipesado que substitui o L 1620 6X2, lançado em 1996 e que foi o caminhão mais vendido do Brasil por oito vezes. Os outros três modelos da linha são o médio Atron 1319 e os pesados Atron 1635 e Atron 2729.
“Os caminhões ‘bicudos’ da nossa marca têm uma imagem muito forte no mercado brasileiro, desfrutando de grande preferência e confiança junto aos clientes. Isso se deve a atributos como qualidade, robustez, durabilidade e ótimo valor de revenda. Com o Atron, aprimoramos e atualizamos a Linha Tradicional, especialmente os nossos campeões de venda, como o L 1620 6×2, que se torna agora o Atron 2324 6×2”, afirma Joachim Maier, vice-presidente de Vendas da Mercedes-Benz do Brasil.
Com motores mais potentes, econômicos e ecológicos, que atendem ao PROCONVE P-7, com a tecnologia BlueTec 5, o Atron proporciona um ganho de aproximadamente 8% no consumo de combustível.
“Vamos oferecer muito mais aos nossos clientes, contribuindo para que alcancem maior produtividade e rentabilidade no transporte”, diz Maier.
Além da nova motorização, o novo modelo traz novidades no design em relação ao seu antecessor. Uma das mudanças foi na grade dianteira, mais moderna e com um material mais resistente, o policarbonato, mais apto para enfrentar condições adversas, como impactos, vibrações, umidade, poeira e altas temperaturas.
Com um motor de seis cilindros, com 238 cavalos de potência e torque máximo de 850 Nm (86,7 mkgf), o Atron 2324 tem capacidade para transportar 23 toneladas de carga.
FONTE: webtranspo

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Falta de caminhoneiros preocupa empresários do transporte

By:Gaucho
A escassez de profissionais capacitados para atuar como motoristas é um problema que está tirando o sono da maior parte das empresas de transporte rodoviário de cargas. A situação é tão grave que as entidades da categoria já acreditam que em pouco tempo este será um dos principais gargalos para a distribuição de cargas no País.Para dar um panorama das causas e soluções, com exemplos de quem deixou e quem ainda está apostando na profissão, o caderno JC Logística mostra nesta reportagem especial, dividida em duas partes, a preocupação com a falta de motoristas.Esta primeira matéria expõe os motivos que levam ao desestímulo pela atividade e mostra o exemplo de um profissional que, depois de 40 anos decidiu largar o volante. Na segunda parte, que será veiculada na próxima quinta-feira, vamos falar das soluções buscadas para o problema e de exemplos de pessoas que investem na profissão.O setor de transporte rodoviário de cargas que já tem sido tão penalizado pelas más condições das estradas, pelo roubo de cargas e pela elevada tributação dos serviços, agora enfrenta mais um grande problema, que também requer uma solução urgente: a falta de motoristas qualificados. Caso não haja uma mudança neste cenário, a perspectiva para um horizonte de cinco anos é de que a circulação de caminhões nas estradas emperre, o que é muito grave para a economia de um país como o Brasil, que é preponderantemente rodoviarista e onde mais 80% das riquezas produzidas são transportadas sobre rodas.Segundo o presidente do Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas e Logística no Estado do Rio Grande do Sul (Setcergs), José Calos Silvano, a frota de caminhões tem crescido em progressão geométrica, enquanto o número de motoristas tem aumentado em progressão aritmética. E o pior. Hoje há no mercado cerca de 2,5 milhões de caminhões rodando e, a cada ano, entram em média 130 mil caminhões novos em circulação.Neste ano, a comercialização de veículos rodoviários de carga deve aumentar para 160 mil. “Se as vendas continuarem neste ritmo, em oito anos, haverá 3,5 milhões de caminhões no mercado que vão demandar condutores. Mas já há falta de profissionais com formação. Como se não bastasse, hoje 40% dos motoristas que estão em atividade têm idade superior a 46 anos, ou seja, já estão em fase de pré-aposentadoria. A falta de motoristas está se tornando um gargalo muito sério”, alerta Silvano.Mas não é por acaso que a escassez de mão de obra chegou ao ponto em que está. Empresários e representantes das entidades dos transportadores são unânimes em afirmar que o quadro atual de desinteresse dos profissionais, em especial os jovens, pela profissão de motorista, se deve à associação de inúmeros fatores que historicamente já afetam o setor.Os principais são o desrespeito com os profissionais, a insegurança nas estradas, a insuficiência de escolas para motoristas, a falta de um estatuto com a regulamentação da profissão, as más condições das estradas e a falta de infraestrutura de pontos de parada como banheiros e vestiários para os caminhoneiros.DesrespeitoCavedon revela decepção com a maneira como o profissional é tratado
Na visão dos motoristas, a atividade não é mais vista com o glamour do passado. Antes, o profissional do volante era considerado um desbravador, um aventureiro. “Hoje, o motorista é mal remunerado, desrespeitado, maltratado nos postos de gasolina, nos restaurantes, em borracharias. Os policiais rodoviários que eram amigos da gente, hoje só querem nos multar, nos tratam com arrogância. Ninguém valoriza o motorista”, afirma o ex-caminhoneiro Auremi Cavedon, que começou na atividade aos 19 anos. “Até os carregadores se acham com mais direitos do que os condutores. Antigamente parávamos nos postos de combustível e tomávamos banho. Agora, se não é cliente não pode nem parar. E, se é cliente, ainda tem que pagar uma taxa pelo banho”, conta.
Há dois anos, depois de 40 anos dirigindo, Cavedon deixou a profissão quando sofreu um acidente. Filho de caminhoneiro, conta que a estrada é um vício, que foi muito difícil deixar a atividade. Mas apesar de ser muito agradecido a tudo que conquistou na vida como motorista, Cavedon revela que está decepcionado. “Eu não disse para meu filho que ele não deveria ser motorista, mas mostrei todos os pontos negativos. E ele acabou optando por outra profissão. Já eu, se tivesse que escolher hoje minha profissão, talvez tentasse novamente. Mas não sei se iria aguentar. Sabendo o que sei atualmente, acho que seria motorista de ônibus de turismo, principalmente pelo respeito ao profissional”. Além da desvalorização, a distância da família por longos períodos, as estradas esburacadas e mal sinalizadas e a insegurança são muito massacrantes para o profissional, segundo Cavedon.
O vice-presidente da ABTI, Francisco Cardoso, diz que motoristas precisam ter preparo psicológico para enfrentar a forma como os policias argentinos tratam os caminhoneiros estrangeiros. “As autoridades exigem que os caminhões parem várias vezes para a verificação de documentação e, em alguns casos, até tentam negociar algum tipo de compensação, que pode ser uma carteira de cigarros. Tudo isso faz com que os motoristas estejam cansados da profissão.”
O presidente da União Nacional dos Caminhoneiros (Unicam), José Araújo China da Silva, reclama do desrespeito nos terminais graneleiros, principalmente os ferroviários, onde é comum os motoristas passarem de três a quatro dias parados até descarregar. Nestes casos, afirma China, o caminhoneiro teria direito à estadia pelo tempo parado, o que não acontece.
Jorge Fleck, bicampeão de Fórmula Truck e consultor na área de transportes, lembra que “a profissão de motorista ainda não é nem regulamentada. Só tem cem anos e sua devida importância não é reconhecida. O transportador não consegue se fazer reconhecer como importante no processo. Existe um nível de submissão muito grande nesta relação”, afirma.
Formação
Até pouco tempo a profissão de motorista era ensinada de pai para filho. “Mas, em função da legislação, os filhos não podem mais acompanhar os pais no caminhão. A convenção coletiva trabalhista proíbe que os caminhoneiros andem com caronas”, explica o presidente do Setcergs, José Carlos Silvano. Por isso, a capacitação dos motoristas de caminhão hoje é fornecida pelos Centros de Formação de Condutores (CFCs), mas é muito fraca, segundo o coordenador técnico da NTC&Logística, Neuto Gonçalves dos Reis. “A quantidade de aulas é insuficiente e a qualidade ainda pior”, afirma.
Para compensar, é dentro das empresas que os interessados acabam aprendendo a profissão. Hoje, para o profissional chegar a motorista de carreta ele segue uma evolução de aprendizado na prática: começa como motorista amador, depois passa a conduzir veículos de médio porte até estar preparado para dirigir carretas.
O problema é que este processo é muito lento e nem sempre tão eficiente. O Brasil é o quarto maior produtor e consumidor de veículos rodoviários de carga do mundo, fabricados com o que há de mais moderno em termos de equipamentos embarcados, acompanhando a evolução tecnológica mundial. Só que a capacitação dos condutores não seguiu a mesma velocidade. Esse cenário deixa evidente a falta generalizada de cursos de formação para motoristas.
Realidade que causa prejuízo tanto para os profissionais, que buscam colocação mas não conseguem pela falta de conhecimentos, quanto para os empresários que estão sempre com vagas sobrando. É o caso da Scapini Transportes e Logística, onde não há déficit de candidatos, mas sim de profissionais idôneos e qualificados . “Há dois meses abrimos um processo seletivo para a contratação de 30 condutores, no entanto, apenas 8% conseguiram se enquadrar nos requisitos solicitados”, afirma o diretor-presidente Valmor Scapini.
O baixo nível de conhecimento em tecnologia de informação também contribui para o déficit permanente de 5% a 10% de motoristas na Transportes Transmiro, segundo o diretor da empresa com sede em Cachoeirinha, Leandro Bortoncello.
Para melhorar a formação dos motoristas, algumas empresas abriram cursos de capacitação e universidades corporativas. Foi o caso da Krüger Conventos, que manteve uma unidade de formação por cinco anos, até 2005. “Tivemos que encerrar os cursos pelos custos, que eram elevados. E muitas vezes depois de formarmos o profissional, outra empresa vinha e o contratava oferecendo uma salário mais alto”, revela o diretor-presidente da empresa, Elso Krüger. Para o presidente da Unicam, José Araújo China da Silva, “deixar um bitrem nas mãos de um motorista sem formação é o mesmo que lhe entregar um avião.”
Estatuto
OBrasil, diferentemente dos países europeus e dos Estados Unidos, ainda não possui um estatuto que regulamente a profissão de motorista e estabeleça a jornada de trabalho diário, folgas e tempo de descanso. “O empregador vive na insegurança jurídica, pois não sabemos que caminho seguir. Muitas vezes, para uma mesma situação, há jurisprudência contra e a favor”, reclama o vice-presidente da Associação Brasileira de Transportadores Internacionais (ABTI), Francisco Cardoso.
Na Europa, a regulamentação dos condutores determina que o descanso diário do motorista deve ser de 11 horas ininterruptas ou de 12 horas fracionadas em 8 horas e quatro horas. A cada quatro horas e meia de direção o motorista deve repousar 45 minutos ou fracioná-los em 15 minutos depois mais 30 minutos. O profissional também deve gozar de 45 horas consecutivas de descanso semanal. O tempo máximo de trabalho semanal é de 56 horas, mas, em duas semanas, não pode exceder 90 horas de trabalho. O controle destas regras é feito pelo tacógrafo do veículo e, caso não sejam cumpridas, o proprietário do veículo será punido.
Nos Estados Unidos, o tempo máximo de direção é de 60 horas por sete dias ou de 70 horas em oito dias, o que resulta em uma carga horária de menos de 9 horas diárias. O descanso periódico após sete ou oito dias é de 34 horas que podem ser fracionadas em 10 horas mais 24 horas. E os registros são feitos no livro de bordo.
O diretor-presidente da Scapini Transporte e Logística, Valmor Scapini, defende a criação de um estatuto do motorista, mas uma normatização que seja exequível e aplicável em todas as regiões do Brasil. “As realidades de cada país são muito diferentes. Assim como entre as regiões e cidades de cada estado”, enfatiza. Sem controle sobre a jornada de trabalho, destaca Neuto Gonçalves dos Reis, os caminhoneiros, principalmente os autônomos, acabam trabalhando horas excessivas. E para permanecerem acordados ingerem estimulantes que vão de café com refrigerante à base de cola a anfetaminas e remédios para emagrecer.
Perigos no asfalto
Além dos riscos à vida dos condutores, os 100 mil acidentes que ocorrem por ano deixam um prejuízo de R$ 8 bilhões
Em média, acontecem cerca de 100 mil acidentes por ano nas estradas brasileiras envolvendo caminhões, o que gera um prejuízo de R$ 8 bilhões. Grande parte dos acidentes acontece pela associação de sobrecarga, frota antiga e excesso de trabalho. O coordenador técnico da NTC&Logística, Neuto Gonçalves dos Reis, explica que 70% do transporte rodoviário de cargas no País está nas mãos de carreteiros que utilizam veículos velhos, com idade média de 21 anos, que não possuem recursos como freios ABS, mais eficientes. Como há poucas balanças nas estradas, para ganhar mais, carregam o veículo com excesso de peso.
Associado a isso, ainda fazem jornadas excessiva de trabalho em função do valor dos fretes, que estão muitos baixos. Tudo isso gera uma combinação muito perigosa. O quadro difere quando os caminhões pertencem a transportadoras. A frota normalmente é nova, com nove a dez anos no máximo, e possui sistemas de rastreamento que avisam o motorista quando cometeu excesso de velocidade ou saiu da pista. As jornadas de trabalho também são controladas para não haver excessos. “Mas, mesmo assim, os caminhões se envolvem em acidentes, e, na maioria dos casos, por imprudência do próprio condutor, como fazer ultrapassagem em locais não permitidos, ou quando não tem certeza de que há segurança para a manobra”, explica Neuto.
Os roubos de carga causam um prejuízo anual de R$ 1 bilhão para os transportadores em gastos diretos. Mas esta é apenas uma parte das repercussões financeiras.
Graças ao aumento no roubo de cargas, as empresas passaram a investir cada vez mais em equipamentos de segurança, na contratação de empresas de rastreamento e gestoras de risco. É comum caminhões andando em comboio nas estradas ou com escolta armada. E, mesmo assim, ainda são atacados. Todo esse quadro de riscos acaba inibindo o interesse pela profissão de motorista.
Os motivos são o medo de arriscar a própria vida e, em muitos casos, a dificuldade em operar ou se adaptar aos veículos modernos, dotados de sofisticados sistemas de segurança como trava automática das portas e dos freios.
O diretor da Transportadora Transmiro, Leandro Bortoncello, conta que em função do estresse causado por roubos e assaltos há motoristas que temem trafegar por determinados trajetos. “Há pontos tão visados, que alguns motoristas se negam a passar pelo local por causa do perigo”, cita Bortoncello.
Ele destaca ainda que os transportadores, já massacrados pelo pagamento de elevadas taxas tributárias, ainda têm que gastar com a segurança. “Até nas estradas pedagiadas acontecem roubo de cargas e, tudo se reflete nas tarifas de seguro, que se tornam mais caras. Estamos pagando pela ineficiência do Estado”, enfatiza Bortoncello.
O presidente do Setcergs, José Carlos Silvano, conta que a insegurança nas estradas está levando alguns motoristas a fazer o caminho oposto ao que era normalmente feito no passado. “Tem condutor trocando as estradas pela fazenda, para dirigir trator. Enquanto antigamente o maior desejo do tratorista era dirigir um caminhão”, desabafa Silvano.
Estradas do País têm deficiências e falta infraestrutura para os profissionais
Estradas esburacadas, mal sinalizadas, com pavimento desgastado e necessitando de duplicação compõem o quadro de grande parte da malha viária do Brasil. Dos 90.945 quilômetros de estradas avaliadas pela Pesquisa CNT de Rodovias 2010, 14,7% foram classificados como ótimos; 26,5% como bons; 33,4% regulares; 17,4% estão ruins e 8%, péssimos. “Apesar das condições das estradas terem melhorado em relação ao ano passado, a pesquisa mostra claramente que 58% ainda estão em estado regular, ruim e péssimo”, destaca o coordenador técnico da NTC&Logística, Neuto Gonçalves dos Reis.
Situação que além de ser muito fatigante para o motorista, tanto pelos cuidados que precisa ter para não estragar o veículo, quanto pela baixa velocidade que precisa impor, também é prejudicial à saúde. “A trepidação causada por estradas esburacadas é danosa para a coluna do condutor, principalmente para os carreteiros, que possuem veículos antigos que não possuem suspensão pneumática”, afirma Neuto.
A falta de infraestrutura nas estradas, que deveriam oferecer pontos onde os motoristas pudessem parar os caminhões com segurança, tomar banho, se alimentar e utilizar banheiros, é outro grave problema, segundo Valmor Scapini, diretor-presidente da Scapini Transporte e Logística, empresa de Lajeado (RS). “Nas rodovias pedagiadas há toda uma preocupação com o estado da pavimentação para assegurar as boas condições dos veículos, mas na margem das estradas não há paradouros preparados para os motoristas. Ou seja, o homem não é considerado”, desabafa Scapini.
Os congestionamentos constantes gerados pelo aumento do número de veículos em circulação nas estradas, que não foram ampliadas na mesma proporção, também obrigam os profissionais do volante a manter a atenção redobrada no trânsito e a dirigir sempre na defensiva, o que é muito fatigante, afirma o diretor da Transportadora Transmiro, Leandro Bortoncello.

volvo fh12 bygaucho

By:Gaucho                        esse caminhao e para os funcionarios mas se quer baixar avontade

                 
 Criação:???
Editado:Gaucho
 Versão:Haulin 
LINK ABAIXO
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terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

vw constellation 25-370 bygaucho

y:Gaucho
                     esse caminhao e para os funcionarios mas se quer baixar avontade

Criação:???
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titan bygaucho

By:Gaucho
                     esse caminhao e para os funcionarios mas se quer baixar avontade

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